A Saratt tem como meta aumentar a capacidade e a percepção dos profissionais de gerenciar através da análise do ambiente (empresa, fornecedor, economia, etc.). A meta deve sempre ser os melhores resultados ao menor custo agregando maior valor a toda cadeia do relacionamento. Para isso, deve revisar as práticas administrativas e utilizar estratégias inovadoras à realidade do mercado, garantindo, assim, maior competitividade e visibilidade de mercado para as organizações.
Seminários, cursos e treinamentos abertos e in company são alguns dos recursos oferecidos pela Saratt, que já treinou milhares de executivos das maiores corporações nacionais e multinacionais.
A terceirização é hoje uma prática plenamente consolidada no meio empresarial, indispensável à manutenção da competitividade das empresas. No entanto, sua gestão carece de maior atenção por parte dos empresários, que ainda cometem muitos erros na sua implantação e na política de relacionamento com os terceiros.
Neste livro, três dos maiores especialistas em terceirização no Brasil mostram ao leitor como implantar a gestão plena da terceirização em suas empresas.
A gestão plena da terceirização defende uma atuação proativa por parte do gestor, que hoje aind aé muito mais um gerenciador, um solucionador de problemas do que um profissional com visão estratégica. Isso cria uma série de vulnerabilidades na empresa, que poderiam ser facilmente evitadas com um sistema adequado de gestão de contratos e terceiros.
Além de apresentar a gestão plena da terceirização e suas vantagens, esta obra oferece um diagnóstico da tereirização no Brasil, remetendo-nos a seus primórdios e projetando cenários para seu futuro. Também é feita uma detalhada análise de seus aspectos jurídicos, incluindo o que há de mais recente em termos de decisões judiciais. Os autores não se detêm apenas no campo teórico, aprofundando os aspectos práticos da terceirização e explicando com riqueza de exemplos reais os problemas e desafios da terceirização no Brasil.
Qualquer empresa que deseje manter-se no mercado precisa apresentar uma elevada taxa de empresabilidade, definida com a capacidade de criar ambientes e processos que ermitam reter seus principais talentos, sejam gestores ou terceiros, atingindo sempre o melhor resultado, com menor custo e maior valor agregado, e garantindo, assim, sua competitividade. Manter a empresabildade em alta exige a constante revisão das práticas administrativas utilizadas e a adoção de estratégias inovadoras e adequadas à realidade de cada organização.
A terceirização deixou de ser apenas a compra de serviços, tal como ocorria em sua origem. Com o passar do tempo, essa ferramenta de gestão ramificou-se e gerou novas modalidades. É o caso da terceirização plena ou transferência de atividades e tecnologia. Nessa espécie do gênero terceirização, não se fala em simples prestação de serviços e sim em compra de produto, o que resulta em um novo enquadramento legal.
A prática da contratação de terceiros vem crescendo e chegando a todas as áreas das empresas, inclusive àquelas tradicionalmente consideradas estratégicas e indelegáveis, como a produção. A contratação intensiva e a gestão da relação com os parceiros requerem planejamento, metodologia e especialização, sob pena de o ganho esperado transformar-se em fracasso.
A parceria cooperativa é uma alternativa genuinamente brasileira e reconhecida legalmente que se impõe como solução para os problemas do desemprego. Ao extinguir a relação de emprego proporciona uma diminuição direta nos encargos de aproximadamente 40%. Com as cooperativas de trabalho ganham não apenas os trabalhadores e empresários, mas também o Estado e a sociedade, que vêem reduzidas as taxas de desemprego e a economia informal.
Lançado em agosto de 2008 pela QualityMark. Pode ser adquirido direto no site www.qualitymark.com.br.